O ABORTO e Suas Consequências

AbortoDe acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 8,7 milhões de brasileiras com idade entre 18 e 49 anos já fizeram ao menos um aborto na vida. Destes, 1,1 milhão de abortos foram provocados.
E quantos abortos são realizados sem estatística?

Em pesquisa realizada de outubro de 2007 a abril de 2008 observei que 48,4% das mulheres atendidas por mim com sintomas de depressão, apresentaram situação de aborto natural ou provocado.

Em minha experiência, as mulheres e homens têm muita dificuldade em dizer que praticaram aborto, mostram que gostariam de esquecer este fato. E quanto aos abortos espontâneos e natimortos, por não terem sobrevivido por muito tempo, muitas vezes são esquecidos e não são incluídos como filhos em seus corações. Isto ocorre porque geralmente este período vivido foi uma etapa de muita dor, e recordar leva a sentimentos e emoções inquietantes.

Muitas vezes, quando a gestação se apresenta nas trompas ou outro local que requer uma interrupção na gestação, a mulher é levada ao médico “vendo” a situação como um caso de enfermidade, então quando tudo é resolvido e ela retorna a saúde, lembra do fato como se este fosse “uma doença” e não UM FILHO que não chegou a nascer. Isto pode causar um emaranhamento energético no sistema familiar e uma outra criança posteriormente poderá apresentar sintomas de desequilíbrio por estar “representando” esta criança não reconhecida como parte da família.

Esta percepção, é hoje em vários países da terra, observada em um movimento terapêutico chamado “Constelação Familiar Sistêmica”. Estes “emaranhamentos” foram percebidos por um alemão ex-padre, filósofo e psicanalista Bert Hellinger há alguns anos e tem sido utilizado em vários países, não só para atender casos de aborto mas para “olhar” desde sintomas físicos até aos mais estranhos sintomas mentais. E em muitos casos o resultado é percebido pelos membros da família. 

Compreender que isto acontece e como podemos “olhar e atuar” como terapeutas, pode colaborar muito pois, além da parte psicológica visivelmente afetada, a pessoa praticante de aborto pode gerar em si mesma, consciente ou inconscientemente (baseado na consciência física) graves processos de culpa, não se permitindo retomar a alegria de viver gerando depressões, inseguranças, problemas conjugais e até dificuldades para se obter sucesso em seu trabalho.

Os sintomas emocionais, mentais ou físicos, têm suas causas em algum fato ocorrido. Este momento quando traumático, gera energias que impregnam nos corpos energéticos e nas células físicas das pessoas. Portanto, para resolvermos estas reações, necessitamos buscar a causa do problema. Uma imagem que me vêm é:   A prática do aborto pode causar ainda tumores de útero e mama. Se somos a favor da vida, sejamos a favor da vida de todos. Sem julgamentos poderemos colaborar com a paz humana.

Em alguns países tenho tido a oportunidade de atender pessoas que não tem idéia de quantos abortos provocaram e quantos filhos perderam. Em Algumas culturas esta prática é ainda mais comum do que no Brasil, mesmo assim levam ao desequilíbrio emocional.

Várias  mulheres após serem atendidas e seus “filhos abortados” serem olhados com amor e integração, liberando a culpa ou integrando-a, tiveram suas vidas modificadas para  melhor encontrando em muitos casos, um equilíbrio e alegria a muito tempo não sentidos.

Sejamos a favor DA VIDA! Inclusive da Vida das mulheres e homens que praticaram abortos.
Existem TERAPIAS focadas na resolução desta questão: ABORTO! Que auxilia na liberação da CULPA e promove a retomada da SAÚDE!

________________________________________

Autor:
Marta Franco
Empresária, terapeuta e coach. Atua no Brasil e Exterior. Fundadora do Renascer Saúde.

Facebook: Marta Franco
www.renascersaude.com.br

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *